Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

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Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

No dia 26 de agosto de 1789, na França, foi anunciada ao público a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Um documento elaborado durante a Revolução Francesa que a partir de então iria refletir a liberdade, igualdade e fraternidade humanas, acima dos interesses de qualquer particular.

Mas, por que falar sobre esse acontecimento nos dias de hoje? A ligação com os tempos atuais é de que o documento foi a primeira declaração dos direitos, inspiração para os que vieram depois, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1948.

E o que elas têm em comum?

O artigo primeiro da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789: “Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum”.

O Artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948: “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”.

Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada pela ONU teve um alcance bem maior por se tratar de uma organização intergovernamental criada para promover a cooperação internacional, mas a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão deu um ponta pé inicial para que o ponto de vista particular do indivíduo fosse visto e pensado acima de qualquer outro interesse da nação.

É uma data com grande significado a todos nós cidadãos e o Colégio Graphein estimula a reflexão em seus alunos em aulas de sociologia e filosofia.

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